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... Secretariado da Secção de Rio de Mouro - Sintra

29 Março 2009

A Comissão Política Concelhia de Sintra do Partido Socialista reuniu no dia 26 de Março, pelas 21 h na cidade de Agualva-Cacém.

O principal ponto da Ordem de Trabalhos foi a nomeação de Ana Gomes como candidata à Câmara Municipal de Sintra nas próximas eleições autárquicas.

Pela sua dimensão histórica, social e económica, Sintra é um concelho de extrema importância e uma prioridade política para o Partido Socialista. Nos últimos dois mandatos, o Município de Sintra tem sofrido as duras consequências de uma governação medíocre onde impera a inércia, incapaz de tomar decisões fundamentais para o desenvolvimento local, prejudicando, fortemente, a população do concelho e a sua qualidade de vida.

O PS tem a obrigação de tudo fazer para mudar, urgentemente, esta situação nas próximas eleições autárquicas. Sabemos das enormes potencialidades do Concelho de Sintra e da capacidade empreendedora das suas gentes. Mas essas qualidades só poderão ser animadas e revitalizadas com o Partido Socialista na liderança dos destinos do Município.

Reunida na cidade de Agualva-Cacém, a Comissão Política Concelhia de Sintra aprovou a nomeação da Ana Gomes para encabeçar e liderar a candidatura socialista à Câmara de Sintra. De igual modo, decidiu aprovar a nomeação do Domingos Quintas como número dois na lista do PS à Câmara Municipal de Sintra.

Para a Comissão Política Concelhia de Sintra, esta candidatura apresenta uma mais valia política de grande dimensão e proporcionará uma vitória socialista nas eleições para a Câmara de Sintra. Ao reconhecido mérito, político e profissional, de Ana Gomes, tanto no plano nacional como internacional; acresce o inegável reconhecimento local, o conhecimento do Concelho e da vida autárquica de Domingos Quintas.

A Comissão Politica Concelhia de Sintra.
Agualva-Cacém, 26 de Março de 2009

publicado por psriodemouro às 22:56

29 Março 2009

No final de um almoço do American Club of Lisbon Santana Lopes disse que “não basta culpar o Ministério da Administração Interna” pela insegurança em Lisboa.

 

Citamos Santana Lopes para dar mais um exemplo de como o PSD é errático e “navega à vista” no lançamento de propostas para a gestão da coisa pública.

 

Em Lisboa, onde a autarquia é governada pelo PS, o PSD diz que a questão da segurança não é exclusiva da Administração Interna e chega mesmo a brandir a bandeira das polícias municipais. Em Sintra, local onde o PSD controla o poder autárquico, a responsabilidade da insegurança e da criminalidade é do governo central e do Ministério da Administração Interna. Em que ficamos? Qual é a politica de segurança defendida pelo PSD? Qual o rumo preconizado pelo PSD para a concertação de estratégias de segurança entre poder central e poder autárquico?

 

A ver se nos entendemos:

O PSD (que se diz o partido da verdade!) defende quando é poder autárquico que a responsabilidade da segurança é do governo central. Em Sintra chega mesmo a afirmar que a Policia Municipal tem um carácter meramente administrativo.

 

Quando não é poder autárquico o PSD exige às autarquias a assunção de responsabilidades na área da segurança e prevenção da criminalidade. Reclama mesmo uma participação efectiva da Policia Municipal na defesa dos interesses de segurança dos cidadãos.

 

É assim que o PSD se quer afirmar como alternativa nos vários níveis de participação? É assim que planeiam e tratam assuntos tão sensíveis como a segurança e a criminalidade?

 

Qual o discurso do PSD em matéria de segurança? O da Olívia patroa? Ou o da Olívia empregada?

 

Já não há dúvida. Existem vários PSD’s. E todos eles politicamente irresponsáveis…

publicado por psriodemouro às 22:33

22 Março 2009

O Sr. Ministro da Administração Interna, Dr. Rui Pereira, participou no dia 18 de Março p.p. numa iniciativa política com os militantes do Partido Socialista organizada pela concelhia do PS Sintra.

 

Inserida no ciclo de debates o PS Convida esta iniciativa teve lugar na sala de cinema do centro comercial Floresta Center, na Tapada das Mercê.

 

Estando na ordem do dia as questões de Segurança, esta sessão revestiu-se da maior importância, sobretudo pela possibilidade do próprio Ministro esclarecer aos presentes a estratégia até agora seguida na reorganização das forças de Segurança e no combate ao crime, que conduziram a uma DIMINUIÇÃO dos valores da criminalidade global, no País, no último trimestre de 2008.

 

Ao contrário de outras forças políticas que preferem utilizar situações pontuais de criminalidade como arma de arremesso contra o actual Governo e contra os eleitos pelo PS em geral, o Partido Socialista tem procurado, com este tipo de iniciativas abertas à população, esclarecer e tranquilizar os habitantes do Concelho sobre aquilo que já foi feito no combate ao crime, assim como sobre novas iniciativas em desenvolvimento.

 

O secretariado do PS de Rio de Mouro congratula-se com a realização desta iniciativa, tão oportuna num momento em que alguns eleitos locais do PSD/PP (como foi o caso do Sr. Presidente da Junta de Freguesia de Rio de Mouro em recente entrevista à SIC) pretendem fazer “baixa politica” à custa do agitar de “fantasmas”, acabando, objectivamente, por reforçar o sentimento de insegurança junto das populações.

 

O Sr. Presidente da Junta de Freguesia de Rio de Mouro, em declarações ao jornal “Cidade Viva” foi, finalmente, bem claro sobre o objectivo do seu depoimento na SIC: o “alvo” do mesmo era o Ministro, a quem pretendia “atingir”, mas se tal não foi conseguido então parece que já se contenta em “atingir” o PS – Sintra que, segundo, ele ficou “fragilizado”. Está enganado o Sr. Presidente da Junta de Freguesia de Rio de Mouro – como diz o povo, “não queira sapateiro tocar rabecão”! Parece, até, que a sua breve passagem pela televisão lhe criou uma ilusão de grandeza, julgando-se mais do que aquilo que efectivamente é

 

Reafirmamos que as suas (infelizes) declarações à SIC o único efeito que tiveram foi o de denegrir a imagem da Freguesia, de a caracterizar como “zona de criminalidade”, de “medo”, prejudicando objectivamente o património dos riomourenses, para além de deitar por terra a “auto-estima” das populações! Se tinha como “alvo” um Ministro do PS errou completamente o “alvo”, até porque duvidamos da capacidade do “atirador” para tal pretensão! A única coisa que conseguiu causar foram “danos colaterais” junto da população que o elegeu e que, certamente, não o fez para que ande a descrever Rio de Mouro como um sítio de “crime” e de “ruas desertas”, devido ao “medo”, após as 7 da tarde, até porque tal não corresponde à verdade!

 

Pela nossa parte continuaremos a ter uma postura de ponderação na abordagem desta temática, única que pode servir os interesses da população e preservar o bom nome de Rio de Mouro. Nesse sentido, e para além dos esclarecimentos que procurámos obter junto do Sr. Ministro da Administração Interna, durante a sessão acima referida, vamos igualmente procurar marcar uma reunião de trabalho com as chefias da PSP em Rio de Mouro, em conjunto com deputados municipais do PS, para análise da situação. Continuaremos, também, a exigir à Câmara Municipal de Sintra que não se demita do seu papel nestas matérias, quer através do apoio que a Polícia Municipal pode (e deve!) dar às restantes forças de Segurança, nomeadamente em matéria de vigilância junto a Escolas e/ou outros locais sensíveis, quer pela criação de espaços de lazer, de desporto, de Cultura, de integração, etc…, que funcionem como “travão” ao crescimento de fenómenos de criminalidade junto dos mais jovens.

 

Este é o trabalho e a preocupação que a população de Rio de Mouro espera de quem elege para a representar – e não o discurso contrário aos interesses da população desta freguesia!

publicado por psriodemouro às 23:52

18 Março 2009

 

“No passado dia 5 de Março o Sr. Presidente da Junta de Freguesia de Rio de Mouro participou no programa “Aqui e Agora”, da SIC, numa emissão dedicada ao tema “ A crise e o crime”.

 

Nos breves minutos em que lhe foi dada a palavra, o Sr. Presidente da Junta de Freguesia traçou um quadro negro da situação na nossa freguesia, em termos de criminalidade, num manifesto excesso verbal, como aliás já em tempos acontecera ao culpar os imigrantes pela criminalidade e prostituição na freguesia, sem contudo citar um único número em que baseasse, em termos quantitativos, o panorama referido, quer isoladamente, quer em comparação com outras zonas do País.

 

É verdade que as sociedades urbanas, hoje em dia, têm problemas de criminalidade que não existiam há alguns anos atrás e que urge ter em consideração, mas não é empolando situações pontuais ou deitando achas para a fogueira da “sensação de insegurança”, com toda a subjectividade daí decorrente, que se contribui para uma melhoria efectiva da situação ou tranquilidade das populações. Por outro lado o Sr. Presidente da Junta de Freguesia de Rio de Mouro não teve a mínima palavra para enquadrar ou relativizar esta questão da criminalidade, que não é exclusiva de Rio de Mouro, obviamente, nem sequer constituirá uma preocupação central dos seus habitantes.

 

Relembramos, a propósito, que a passagem da Guarda Nacional Republicana (GNR) para a Polícia de Segurança Pública (PSP) em Rio de Mouro foi saudada pelo actual Presidente da Câmara Municipal de Sintra, Dr. Fernando Seara, há cerca de um ano, quando da inauguração do novo posto desta força de segurança. Na altura este autarca elogiou, inclusive, a disponibilidade permanente do Ministro da Administração Interna para com Sintra e os seus problemas.

 

Relembramos, igualmente, que o Sr. Presidente da Junta de Freguesia de Rio de Mouro, na mesma altura, e referindo-se a um caso de duplo homicídio registado junto da estação da CP, afirmou à Comunicação Social tratar-se de “um caso isolado” que provocou um “alarmismo desnecessário”. Acrescentou ainda que um dos problemas de Rio de Mouro se prendia com a “falta de estruturas como escolas para que as crianças supostamente em risco tenham ocupação e sejam integradas”.

 

Neste sentido, e face às declarações do Sr. Presidente da Junta de Freguesia de Rio de Mouro à SIC, o Secretariado da Secção do Partido Socialista de Rio de Mouro não pode deixar de:

 

- lamentar o conteúdo e a forma da intervenção do Sr. Presidente da Junta de Freguesia, pois representa a antítese do que é expectável que seja a actuação dum autarca responsável, especialmente pela ausência de relativização de um problema que não é exclusivo de Rio de Mouro (antes pelo contrário!) e pela má imagem que passou, para todo o País, da Freguesia que é suposto representar. Não dando ênfase à total ausência de bairros problemáticos na freguesia de Rio de Mouro, contribui assim objectivamente, para a desvalorização do património de quem habita na freguesia (quem quer comprar casa ou viver num sítio que o próprio Presidente da Junta de Freguesia associa à “criminalidade” e ao “grande sentimento de insegurança”?) e para uma diminuição da auto-estima de cada freguês;

 

- relembrar o investimento praticamente nulo que a Câmara Municipal de Sintra tem feito, nos últimos 7 anos, em Rio de Mouro, no que diz respeito a escolas básicas, parques urbanos, centros de convívio para jovens e 3ª idade, jardins, espaços para prática desportiva, etc…, tudo equipamentos que, tal como dizia o Sr. Presidente da Junta de Freguesia há um ano, também contribuem para ocupar e integrar alguns jovens em situação de risco e, dessa forma, evitar comportamentos desviantes e/ou criminais. Quando o Sr. Presidente da Junta de Freguesia afirma na SIC que as ruas ficam desertas em Rio de Mouro a partir das 7 da tarde, (hora em que uma grande parte dos riomourenses que trabalham fora da freguesia ainda não regressou a casa!), associando tal situação ao “medo” da população, está a esquecer-se das muitas centenas de fregueses que, na altura das Festas da Vila, em Julho, circulam à noite nas ruas de Rio de Mouro e assistem aos vários eventos colocados à sua disposição – o problema é que durante os outros 11 meses do ano não há praticamente nada que leve os riomourenses a sair de suas casas, a participar, a envolver-se comunitariamente e, nesse âmbito, quer a Junta de Freguesia de Rio de Mouro, quer a Câmara Municipal de Sintra, têm claras responsabilidades, pela inacção ou esquecimento na matéria!

 

- apelar aos habitantes da Freguesia para que não se deixem manipular ou intimidar com declarações “alarmistas”, venham elas de onde vierem.

 

O Secretariado do Partido Socialista de Rio de Mouro continuará a defender, acima de tudo, os interesses e a imagem da Freguesia. Em vez de baixar os braços e de se resignar a lamentos na televisão, procurará exigir à Câmara Municipal de Sintra a obra que Rio de Mouro necessita para que a segurança não seja apenas uma questão de polícia e trabalhará em conjunto com os diversos responsáveis pelas forças de segurança para tranquilizar (ao invés de alarmar) a população da nossa terra.

 

publicado por psriodemouro às 18:21

18 Março 2009

 

Tendo em atenção a nomeação dos candidatos à Assembleia de Freguesia, o Secretariado da Secção, cumprindo a determinação da Assembleia Geral de Militantes realizada em 17 de Fevereiro p.p. vai implementar a eleição, pelo método de votação directa dos militantes, do 1º Candidato à Assembleia de Freguesia de Rio de Mouro.
 
 Neste contexto o respectivo acto eleitoral, realizar-se-á no próximo dia 25 de Março de 2009 entre as 21.00 e as 23.00 horas.
 
Do Regulamento, que se encontra afixado nas instalações da Secção, evidenciamos:
 
Artigo 5º
(Capacidade Eleitoral)
1 - Só podem participar na Assembleia Eleitoral os militantes inscritos até seis meses antes da mesma, que constem do recenseamento actualizado, e que tenham as quotas em dia.
2 - Podem ser propostos à nomeação para candidato do PS à Assembleia de Freguesia de Rio de Mouro todos os cidadãos, militantes do PS ou não, com capacidade eleitoral válida e que sejam propostos nos termos do Artigo 7º deste Regulamento.
 
Artigo 7º
(Apresentação de Candidaturas)
1 - As candidaturas devem ser entregues ao Secretariado até às 22:00h do dia 23 de Março de 2008, na sede da Secção.
2 - As candidaturas devem ser acompanhadas de breve nota biográfica e linhas de orientação da candidatura.
3 - As candidaturas são obrigatoriamente propostas por um mínimo de 5 militantes.
4 - Só podem subscrever candidaturas os militantes que tenham as quotas em dia.
5 - Nenhum militante pode subscrever mais de uma candidatura.
publicado por psriodemouro às 18:01

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